20
de
maio
Sempre tive a necessidade de fotografar. A meu ver, isso é um desejo de perpetuar as coisas. De ter algo palpável para o futuro. Vendo certas fotos digo a mim mesmo: “que bom que isso aconteceu um dia e eu consegui guardar um pouquinho dessa sensação maravilhosa”.
19
de
maio
Ela veio de onde ? Deve ter tantas histórias. Mas, a despeito do corre-corre urbano, o que mais importa agora é atravessar a rua, chegar inteira do outro lado, para aà sim, repartir suas experiências. Mas com quem ? Os carros passam, as pessoas passam, e o tempo passará para todas elas. Só ficarão as histórias largadas em alguma sarjeta dessa cidade.Â
19
de
maio
Em nosso cotidiano, a todo momento somos convidados a parar, a ter atenção e a seguir em frente. Este é o nosso semáforo do dia-a-dia que nos guia por estradas, nem sempre tranquilas, mas sempre necessárias.
16
de
maio

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Gosto dessa foto feita em Santa Maria (RS), porque ela traduz a grande amizade que existe entre esses dois senhores.
16
de
maio
Entrei para o jornalismo porque adorava as coberturas esportivas e, juntamente com elas, a fotografia. Adorava ver nos eventos esportivos a ação dos fotojornalistas e suas máquinas sofisticadas. Estudei jornalismo pensando em ser um desses caras, porém, concessão daqui, frila dali, bico de cá, quebra-galho mais adiante e aos poucos, tanto o esporte como a fotografia foram escapando de minhas mãos, mas nunca de minha mente. A cada pauta ‘nada a ver’ eu me perguntava: “o que é que eu estou fazendo aqui ?” “Por que é que tenho de me empenhar em saber o preço da arroba do boi gordo ?”; “Cipa ? Ah, não é sigla de time ?”; “O sobrenome do diretor corporativo é
Tallavares Gonsalves ?” MInha cabeça sempre viveu de maneira dividida: parte tinha de prestar atenção nesses detalhes chatos, parte queria gols, pontos, torcidas ensandecidas. É, a fila anda e o frila, anda também, pra caramba. Às vezes, não chega aonde queria, mas onde precisou chegar.
16
de
maio
No jornalismo, diante da dureza de algumas pautas, buscamos enxergar além da barreira cotidiana, quase concreta, para vermos, ainda que sem total definição, a simplicidade que um dia norteou as nossas vidas.
15
de
maio
A atividade de jornalista é complexa e frilar faz parte dessa simplificação requerida pelo mercado complexo. Para quem não sabe, frilar é colaborar, fazer um trabalho sem ter vÃnculos, receber por ele e pronto. No começo é legal, mas depois enche o saco !